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Nº 3 - Junho 2013 |
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"Mentes Eléctricas"
Michael Faraday |
Michael Faraday nasceu em Newington, Surrey a 22 de Setembro de 1791. Este físico e químico inglês é considerado um dos cientistas mais influentes de todos os tempos. Considerado como "o melhor experimentalista na história da ciência", Faraday dedicou o seu trabalho aos fenômenos da electricidade, electroquímica, magnetismo, bem como, à física e à química. O resultado do seu trabalho nestas áreas é fenomenal, sendo que as suas contribuições para a ciência e o impacto destas no mundo, são enormes. No campo da física, foi um dos primeiros a estudar a relação entre electricidade e magnetismo.
Em 1821, logo após Hans Christian Oersted ter descoberto que a electricidade e o magnetismo estavam associados entre si, Faraday publicou um trabalho que intitulou de "Rotação Electromagnética" (o princípio de funcionamento do motor eléctrico). Em 1831, Faraday descobre a indução electromagnética, o princípio de funcionamento do gerador eléctrico e do transformador eléctrico. As suas ideias sobre os campos eléctricos e magnéticos, foram a base para os trabalhos de engenharia no final do século XIX, feito por pessoas como Edison, Siemens, Tesla e Westinghouse, que tornaram possível a electrificação das sociedades industrializadas, sendo que os trabalhos que desenvolveu em electroquímica são agora amplamente usados na química industrial. Na química, descobriu o benzeno, produziu os primeiros cloretos de carbono conhecidos, e conseguiu liquefazer gases nunca antes liquefeitos (dióxido de carbono, cloro, ...), tornando possíveis métodos de refrigeração que foram muito usados. A sua maior contribuição foi em virtualmente fundar a electroquímica, e introduzir termos como electrólito, ânodo, catodo, electrodo, e íon.
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Esquemas
& diagramas caderno 2 |
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| Building Automation e Domótica |

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Desde as primeiras fábricas, que surgiu a necessidade de automatizar e controlar sistemas. Para quê?
Para podermos produzir em grandes quantidades, para podermos reduzir custos de produção, para podermos garantir qualidade no processo de fabrico, entre outros. Assim, foram criados os primeiros processos com automatismos, em que o homem com o auxílio das máquinas ia poder executar tarefas que anteriormente seriam impossíveis de realizar de forma sistemática, precisa e controlada.
Ao longo dos anos, estes processos de automação e controlo industrial foram evoluíndo de forma surpreendente, permitindo actualmente, praticamente todo o tipo de operações imagináveis. Autómatos, actuadores, detectores, sensores, captores, são elementos básicos nas indústrias de hoje.
E, porque não levar mais longe estes processos de automação? Porque não aplicá-los no nosso dia-a-dia de modo a proporcionar-nos maior conforto, mais segurança e a sermos mais eficientes na utilização de energia?
Entre na era do Building Automation e da Domótica.
Saiba mais neste documento (download). |
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| Portugal regista o 4.º maior aumento nos preços de luz... |
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Portugal foi o país que registou a quarta maior subida nos preços de electricidade doméstica na União Europeia, no período compreendido entre a segunda metade de 2011 e a segunda metade de 2012. Os países com aumentos superiores a Portugal, foram o Chipre com 21%, a Grécia com 15% e a Itália com um aumento de 11%, segundo dados revelados pelo Eurostat.
Em Portugal, o custo da electricidade doméstica aumentou 9,7 %, assim como na Irlanda. Em termos de média na União Europeia, o preço da luz aumentou 6,6 por cento entre a segunda metade de 2011 e igual período de 2012, após um aumento de 6,3 por cento entre o segundo semestre de 2010 com e o mesmo período de 2011. Já os preços da electricidade na Zona Euro registaram um aumento de 6,1 por cento entre a segunda metade de 2011 e a segunda metade do ano passado. Portugal registou uma subida de 20,6 euros por 100 kWh (quilowatts), igual à verificada na zona euro e superior à registada na UE (19,7 euros por 100 kWh).
No que respeita ao preço do gás para os consumidores domésticos, em Portugal verificou-se um aumento de 15,6 por cento entre a segunda metade de 2011 e igual período de 2012, superior ao registado na União Europeia e na Zona Euro (10,3%), tendo registado um crescimento de 8,5 euros por 100 kWh. |
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| ... mas os preços da electricidade estão abaixo da média |
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O presidente executivo da EDP, António Mexia, referiu que os preços da electricidade em Portugal estão abaixo da média da União Europeia.
Combatendo a ideia de que a energia representa um problema de crescimento económico no País, António Mexia referiu que em Portugal não se paga mais do que a média europeia, como sugere o Eurostat, gabinete de estatísticas da União Europeia.
A electricidade é mais barata do que na média dos países membros da União Europeia, se não se tiver "em consideração os impostos", afirmou o responsável da EDP, acrescentando que o custo da energia "está relacionado com os outros combustíveis, não com a electricidade".
Dizendo que os custos da electricidade representam apenas 2% dos custos totais na indústria transformadora, António Mexia questionou: "Como é que o que representa 2% dos custos é problema?".
O presidente executivo da EDP afirmou ainda, que o preço da electricidade para os consumidores domésticos em Portugal está na média da União Europeia, apesar de o IVA ser superior ao da média da União Europeia. |
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| 1,2 mil milhões de pessoas vivem sem electricidade |
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Cerca de 1,2 mil milhões de pessoas no mundo inteiro vivem sem electricidade, sendo que em termos das energias renováveis, o consumo global aumentou ligeiramente em 20 anos, segundo um relatório co-liderado pelo Banco Mundial e pela Agência Internacional da Energia.
De acordo com o comunicado emitido pelo Banco Mundial, verifica-se que "Progressos modestos têm sido registados desde 1990 no acesso à energia eléctrica (...), no aumento da participação de fontes renováveis de energia e no melhoramento da eficiência energética".
Apesar de entre 1990 e 2010, a percentagem de pessoas sem electricidade ter passado de 24% para 17%, esta melhoria continua a ser insuficiente em termos globais. Durante estes anos, cerca de 1,7 mil milhões de pessoas tiveram acesso à electricidade pela primeira vez, o que corresponde a pouco mais do que o crescimento da população mundial registado neste mesmo período (1,6 mil milhões).
O Banco Mundial, sublinha que "O ritmo da progressão deverá duplicar para responder ao objectivo de 100% em 2030". Ainda de acordo com o relatório do Banco Mundial, a meta fixada pela ONU em 2012 de duplicar a quota das energias renováveis até 2030 parece também deveras ambiciosa, dado que em 2010 subiu para os 18%, apenas cerca de dois pontos percentuais acima do que tinha há 20 anos (16,6%), referindo ainda que os 20 países que consomem 80% da energia mundial (sendo que os Estados Unidos da América e a China, consomem 40%), devem "liderar o caminho" e tomar "medidas decisivas" para aumentar a quota de renováveis para 36% em 2030, diz o Banco Mundial. |
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