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Nº 5 - Agosto 2013
 
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"Mentes Eléctricas"
Nikola Tesla
Nikola Tesla é considerado um
dos mais importantes cientistas
e inventores de todos os tempos. Oriundo do antigo império
austro-húngaro (nasceu em 1856), Tesla revolucionou por completo
a energia eléctrica. Em 1875,
Nikola Tesla foi estudar engenharia electrotécnica para o Instituto Politécnico Austríaco, em Graz.
Em 1882, vai para França trabalhar como engenheiro na "Continental Edison Company" em Paris, desenhando aperfeiçoamentos
em equipamentos eléctricos.
Em 1884, muda-se para Nova Iorque nos Estados Unidos da América, para trabalhar como assistente do famoso cientista da época Thomas Alva Edison. Edison encarregou Tesla
de melhorar o sistema de distribuição de energia eléctrica que havia implementado, sendo que caso conseguisse, receberia um prémio
de 50.000 dólares. Tesla concebe
um novo sistema de distribuição
de energia eléctrica em corrente alternada muito mais eficiente.
Edison discorda de Tesla e ambos desentendem-se. Em 1887, Nikola Tesla conhece George Westinghouse, um grande investidor que compra a patente da corrente alternada de Tesla. Westinghouse convence o governo americano
a adoptar o modelo de corrente alternada como meio mais eficiente para a distribuição de energia eléctrica. Tem ínicio a célebre "Guerra das Correntes". A partir de 1891, Nikola Tesla, apresenta novos ensaios científicos sobre a aplicação da corrente alternada de alta frequência. Desenvolve diversos inventos para produção e uso da electricidade, como por exemplo
o motor eléctrico e inventa também
a corrente polifásica, comutadores eléctricos e a ligação de motores em estrela, para além de novos tipos de geradores e transformadores, comunicações sem fio (via rádio),
a lâmpada fluorescente, controlo remoto por rádio e protótipos de transmissão de energia eléctrica. Depois da demonstração de transmissão sem fios (rádio) em
1894 e após ser o vencedor da "Guerra das Correntes", Nikola Tesla, tornou-se num dos maiores e mais respeitados engenheiros electrotécnicos que trabalhavam nos Estados Unidos da América.
A unidade de SI que mede
a densidade do fluxo magnético
ou a indução magnética, o tesla, foi nomeada em sua honra, assim como, o efeito Tesla da transmissão sem-fio de energia para aparelhos electrónicos com energia sem fio, que Tesla já havia demonstrado em 1893, e que pretendia utilizar para a transmissão intercontinental de níveis industriais de energia no seu projecto inacabado da célebre Wardenclyffe Tower.
História da Electricidade

A electricidade é talvez uma das mais importantes descobertas alguma vez efectuada pelo ser humano.

A energia eléctrica revolucionou por completo a humanidade, permitindo uma evolução notável e fundamental para o nosso desenvolvimento.

Desde o início do universo, que a electricidade está presente na natureza, quer na forma de relâmpago, quer em alguns animais, como por exemplo a enguia eléctrica.

Na pré-história, o homem certamente que reconheceu o poder da electricidade, ao observar os efeitos provocados por um relâmpago quando este atingia algo perto de si.

É na Grécia Antiga que o homem começa a estudar os fenómenos eléctricos e que se inicia um processo que levaria a inúmeras descobertas sobre a electricidade e que
culminariam na energia eléctrica, tal como a conhecemos hoje em dia.

Saiba mais neste documento (download).

Consumo de electricidade volta a aumentar
O consumo de energia eléctrica aumentou em Julho pela terceira vez este ano, de acordo com os dados da fornecidos pela REN – Redes Energéticas Nacionais. Em Julho, o consumo de electricidade aumentou 3,3% em relação ao período homólogo.
Na conferência de imprensa de divulgação de resultados do primeiro semestre,
o presidente da REN, Rui Cartaxo, referiu que o consumo de energia em Portugal revela que "a parte pior da retracção económica já passou”. "O que temos observado é que
o nível das variações negativas se começou a atenuar há três ou quatro meses. Não podemos concluir, do consumo de energia, que a economia esteja em recuperação, mas podemos concluir que a deterioração da situação foi quase estancada", declarou Rui Cartaxo ainda antes de conhecidos os números relativos ao mês de Junho.
Em Julho, as condições meteorológicas foram pouco favoráveis para produção eólica
e hídrica, reduzindo a produção renovável a 31% do consumo nacional, o valor mensal mais baixo ocorrido este ano. Ainda assim e nos primeiros sete meses do ano, a produção de energia através de fontes renováveis correspondeu a 64% do consumo nacional (33% hídricas, 24% eólicas, 5% biomassa e 1% fotovoltaicas). De todas as fontes renováveis e até Julho, destaque para a produção hídrica, que teve um aumento de 216% em relação ao período homólogo de 2012. O mês de Julho foi aquele em que
se verificou o valor mais alto de sempre, no que respeita à importação de energia, sendo que 25% do consumo nacional de energia eléctrica foi comprada a Espanha.
Metade da electricidade na UE virá do vento em 2050
A Associação Europeia de Energia Eólica (EWEA), refere no seu relatório "Pure Power", que a energia eólica poderá vir a fornecer 50% das necessidades de consumo de energia eléctrica da União Europeia.
De momento, a produção de energia eléctrica através de eólicas corresponde a 5,3 % do consumo europeu mas a EWEA crê que em 2020 esse valor seja de entre 15,4 a 18,4%, devendo atingir os 28,5% em 2030 e os 50% em 2050.
Segundo estes dados, a produção de energia eléctrica através de energias renováveis que actualmente é de 19% na União Europeia, poderia chegar aos 34% em 2020, sendo que em 2050, 100% da produção seria efectuada utilizando somente energias renováveis, refere a associação. Este relatório menciona também que Portugal pode aumentar a produção de electricidade através de eólicas em cerca de 28% até 2020.
A Associação Europeia de Energia Eólica refere que estes números só serão atingidos se a União Europeia tomar certas medidas, considerando que é necessário definir uma legislação europeia para as energias renováveis para depois de 2020. No final deste ano, a Comissão Europeia deve definir, qual a estratégia energética a adoptar até o ano de 2050, considerando a Associação ser este o momento ideal, para definir objectivos para as energias renováveis para o período após 2020.Segundo ainda a Associação Europeia de Energia Eólica, para atingirmos estas metas seria necessário efectuar um investimento nas infra-estruturas eléctricas que permitam o transporte em grandes quantidades de energia proveniente das eólicas, dos locais onde é produzida para os centros de consumo e, criar um mercado de electricidade único na União Europeia.
Caderno Técnico Nº 4

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