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Nº 8 - Nov./Dez. 2013
 
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Feliz Natal - Próspero Ano Novo
"Mentes Eléctricas" Especial - Pai Natal
Pai Natal

A lenda do Pai Natal remonta ao século III, tendo origem na vida de São Nicolau.
Crê-se que São Nicolau nasceu por volta de 280 d.C., em Patara, perto de Mira, na actual Turquia, tendo dedicado toda a sua vida ao cristianismo.

Muito admirado por sua piedade e bondade para com os pobres e crianças, São Nicolau tornou-se o tema de muitas lendas. Diz-se que ele deu toda a riqueza que havia herdado e que viajou por diversos locais para ajudar os pobres e doentes. Uma das histórias mais conhecidas sobre São Nicolau, é de que ele salvou três irmãs pobres de serem vendidas como escravas, dando-lhes um dote para que elas pudessem casar. Ao longo de muitos anos, a popularidade de São Nicholas foi crescendo e este tornou-se conhecido como o protector das crianças e dos marinheiros.

A festa de São Nicolau é celebrada no dia 6 de Dezembro, no dia do aniversário da sua morte.
Este dia era considerado tradicionalmente, como um dia de sorte para fazer grandes compras ou para se casar. Daí, surgiu a lenda de que neste dia, São Nicolau, um homem com uma grande barba e capuz, ia de casa em casa distribuir às crianças. Ainda hoje, em alguns países do Norte da Europa e Ásia, este dia continua a ser comemorado.

Até o Renascimento, São Nicolau era o santo mais popular na Europa. Mesmo depois da Reforma Protestante, quando a veneração de santos começou a ser desencorajada, São Nicolau manteve uma reputação positiva, em especial na Holanda. No entanto, é devido à Reforma Protestante, que tem como fundamento o regresso às origens do cristianismo, que São Nicolau é substituído pelo menino Jesus, passando então a distribuição de presentes a ser efectuada em alguns países, na noite de 24 para 25 de Dezembro, para coincidir com o Dia de Natal e para focar o interesse em Cristo.

É então no séc. XVI, que surge em Inglaterra, a personagem do Pai Natal, um homem grande e bondoso com vestes verdes ou vermelhas e com uma grande barba, que traz alegria e paz a todos nesta época festiva e que distribui presentes a todas as crianças na noite de dia 24 para 25 de Dezembro. É no entanto no século XIX, que a figura do Pai Natal e o seu mito tal como o conhecemos hoje em dia, ganha uma enorme relevância.

A 23 de Dezembro de 1823, é publicado anonimamente um poema, intitulado “Relato de uma visita de São Nicolau”, no jornal “Sentinel” em Nova Iorque. Este poema, que mais tarde viria a ser atribuído ao pastor norte-americano Clement Clarke Moore (que o havia escrito para os seus filhos), retrata uma personagem simpática e amigável, o Pai Natal, que distribui presentes por todas as crianças, entrando nas casas pela chaminé, e que viaja num trenó puxado por oito renas voadoras chamadas de Dasher (Corredora), Dancer (Dançarina), Prancer (Empinadora), Vixen (Raposa), Comet (Cometa), Cupid (Cupido), Donner (Trovão) e Blitzen (Relâmpago). Este poema ajudou a popularizar a imagem agora familiar do Pai Natal, criando um ícone novo e imediatamente popular.

Em 1881, o cartoonista político Thomas Nast com base no poema de Clement Clarke Moore, publica na revista Harper’s Weekly, o primeiro Pai Natal com imagem semelhança à que conhecemos hoje em dia, um homem rechonchudo e alegre, com uma grande barba branca, que veste um fato vermelho com pêlo branco e um capuz vermelho e que carrega um grande saco cheio de presentes para as crianças. É também da autoria de Nast, o trenó vermelho, a oficina do Pai Natal no Pólo Norte, os duendes que o ajudam , e a sua esposa , a Sra. Natal.

No século XX, surge a mais famosa rena que puxa o trenó do Pai Natal, a nona rena de nome Rodolfo. A rena Rodolfo, que é caracterizada pelo seu nariz vermelho é da autoria de Robert L. May, editor na empresa de retalho Montgomery Ward. Em 1939 e com o intuito de trazer mais pessoas às lojas, a empresa Montgomery Ward decide ao invés de comprar livros de colorir para distribuir, criar o seu próprio livro. Robert L. May escreveu então, uma história baseada em temas natalícios em que uma jovem rena de nome Rodolfo era desprezada pelos seus pares, pelo facto de ter um grande nariz vermelho e brilhante. Até que numa véspera de Natal, o Pai Natal ao distribuir os presentes depara com uma neblina densa que o impede de continuar a distribuir presentes. Nessa altura, o Pai Natal avista a rena Rodolfo e pede-lhe ajuda para guiar o seu trenó perante a neblina. A jovem rena, com o seu grande e brilhante nariz vermelho, consegue iluminar todo o caminho e possibilita ao Pai Natal distribuir todos os presentes. A rena Rodolfo nunca mais foi desprezada pelos outros animais e tornou-se num verdadeiro herói. E agora, todos os anos, a rena Rodolfo ajuda o Pai Natal a conduzir o seu trenó.

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