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Nº 24 - Setembro 2017
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Identificação por rádiofrequência
RFID - Identificação por rádiofrequência

A tecnologia de RFID (radio frequency identification – identificação por rádiofrequência) utiliza a frequência de rádio para captura de dados. Existem diversos métodos de identificação, sendo o mais comum, o armazenar um número de série que identifique uma pessoa ou um objecto, ou outra informação, num microchip.

Esta tecnologia permite a captura de dados de forma automática, para identificar objectos com etiquetas electrónicas, também denominadas por transponders ou tags. Estes transponders emitem sinais de rádiofrequência para os leitores que captam essa informação.

Esta tecnologia surgiu pela primeira vez no século passado, na década de 40. Uma das maiores vantagens dos sistemas baseados em RFID é o facto de permitirem a codificação em ambientes hostis e em produtos onde o uso de código de barras não é eficaz.

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"Mentes Eléctricas"

Gustav Kirchhoff

Gustav Kirchhoff

Gustav Robert Kirchhoff nasceu a 12 de março de 1824 em Königsberg na Alemanha (após a Segunda Guerra Mundial e o Acordo de Potsdam, a cidade passou para o território russo e foi denominada de Kaliningrado). Frequentou o ensino básico e secundário e entrou na Universidade de Königsberg com 18 anos de idade. Em 1845, Kirchhoff anunciou pela primeira vez as leis que permitiram calcular corrente, tensão e resistência em redes eléctricas e que ficariam conhecidas como leis de Kirchhoff. Em 1847, Kirchhoff forma-se na Universidade de Königsberg, onde participou em seminários de física-matemática sob a direcção de Franz Ernst Neumann (considerado um dos fundadores da física teórica) e Friedrich Julius Richelot (matemático alemão). Em 1854, vai para a Universidade de Heidelberg, onde colabora em trabalhos sobre espectroscopia com o químico alemão Robert Bunsen. Kirchhoff e Bunsen demonstraram que cada elemento emite uma radiação, de cor característica, quando aquecido à incandescência. Esta radiação, quando separada por um prisma, tem um padrão de comprimentos de onda específicos individuais para cada elemento. Aplicando esta nova ferramenta de pesquisa, descobriram dois novos elementos, o césio em 1860 e o rubídio em 1861. Em 1857, casa-se com Clara Richelot, filha de Friedrich Julius Richelot e demonstra que a velocidade de propagação da corrente eléctrica num condutor de resistência nula é igual à velocidade da luz no vácuo. Em 1859, Kirchhoff apresenta a lei da emissão de radiação térmica conseguindo-a comprovar em 1861.

Leis enunciadas por Kirchhoff:

Lei dos circuitos eléctricos
A lei dos circuitos eléctricos é formada por duas leis, nomeadamente: A primeira lei de Kirchhoff, também denominada por lei das correntes ou lei dos nós, estabelece que num nó, a soma das correntes eléctricas que entram é igual à soma das correntes que saem, ou seja, um nó não acumula carga.
A segunda lei de Kirchhoff, também denominada por lei das tensões ou lei das malhas, indica que a soma algébrica da diferença de potencial eléctrico num percurso fechado é nula.

As três leis da espectroscopia de Kirchhoff
1ª lei: um gás sólido, líquido ou denso excitado para emitir luz, irradiará em todos os comprimentos de onda e assim produzirá um espectro contínuo.
2ª lei: um gás de baixa densidade excitado para emitir luz, irá fazê-lo em comprimentos de onda específicos e isso produz um espectro de emissão.
3ª lei: Se a luz que compõe um espectro contínuo passar por um gás frio e de baixa densidade, o resultado será um espectro de absorção.

A lei da termoquímica de Kirchhoff
Kirchhoff demostrou em 1858 que a variação do calor de uma reacção química é dada pela diferença de capacidade calorífica entre produtos e reagentes A integração desta equação, permite avaliar do calor de reacção a uma temperatura a partir de medições efectuadas noutra temperatura..

Caderno técnico nº 18
Caderno Técnico Nº 18
Portugal é o 4º maior produtor de energia eólica na UE
energia eólica

Em 2016, Portugal produziu 20% do total de electricidade a partir de energia eólica. Segundo os dados divulgados pelo Eurostat em Junho passado, Portugal é o 4º maior produtor de energia eólica na União Europeia. Os três primeiros lugares são ocupados pela Dinamarca com 43%, Lituânia com 27% e a Irlanda com 21%. Os países com menor produção são Malta, Eslovénia, Eslováquia e a República Checa que não excedem 1%.
No conjunto dos países da União Europeia, em 2016 a energia eólica correspondeu a 10% da produção de electricidade e é a quarta fonte de produção de energia eléctrica. As três principais fontes de produção energia eléctrica nos países da UE são a térmica com 49%, a nuclear com 26% e a hidráulica com 12%.

Portugal é o 6º maior produtor de lítio do mundo
lítio e o automóvel eléctrico

Portugal é o único país da Europa que produz lítio e é actualmente o 6º maior produtor mundial, sendo que os países que mais produzem são a Austrália, o Chile, a Argentina e a China. Portugal possui grandes reservas de lítio, desde o Alto Minho à Beira Baixa, passando por Trás-os-Montes.
O lítio que também é chamado de “petróleo branco”, tem vindo a incrementar o seu valor económico devido principalmente ao aumento da produção de automóveis eléctricos, nomeadamente para a produção de baterias para os mesmos. Por esse facto, já existem diversos pedidos de empresas estrangeiras para a exploração deste mineral no nosso país. O lítio é também utilizado para a produção de bateriais para telemóveis e computadores, em vidros e cerâmicas com resistência ao calor, ligas utilizadas em aeronaves, lubrificantes, etc..
Actualmente, mais de metade da produção de lítio destina-se à produção de baterias para automóveis eléctricos, sendo que a produção destas deve aumentar exponencialmente nos próximos tempos, o que faz prever uma elevada procura de lítio a nível mundial. Devido à elevada procura, considera-se que o lítio se venha a tornar a matéria-prima mais importante no futuro.

O que é o lítio?
O lítio é o metal mais leve conhecido na Terra, sendo quase duas vezes mais leve que a água. Tal como outros metais alcalinos, o lítio é bastante reactivo, pelo que não se encontra livre na natureza. É um elemento relativamente raro, encontra-se na crosta terrestre em reduzidas concentrações (entre 20 a 70 partes por milhão), sendo mais frequente em rochas graníticas (por exemplo, em depósitos de tipo pegmatitos graníticos) e nalgumas salmouras (principalmente em países da América do Sul). O lítio tem um elevado potencial electroquímico e um elevado calor específico (é o maior de todos os sólidos).

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